terça-feira, 15 de abril de 2008

Assistindo um filme com papai

Eu tinha 14anos e estava pela primeira vez vendo um filme pornô junto com um vizinho meu de 16 anos, colega da escola. Ele que havia trazido. Estávamos nus no meu quarto, batendo punheta, cada um num canto.
Em casa, meu pai não deixa chave nas portas, assim, só dá para encostar. Como de tarde não tem ninguém em casa, já que meus pais trabalham fora, ficamos lá tranqüilos.
Porém, justamente nesse dia, meu pai veio cedo para casa. Despreocupado, nem o ouvi entrar. Quando menos a gente esperava, ele abriu a porta do quarto. Foi o maior susto! Meu vizinho e eu cobrimos nossos paus com as mãos e ficamos morrendo de medo e de vergonha. Meu pai demorou um pouco a entender o que realmente estava acontecendo. Depois que ele viu que era um file de sexo hetero e que cada um estava num canto, ele ficou calmo. Até conversou com a gente que aquilo que estávamos fazendo era normal na nossa idade e que ele fazia a mesma coisa com alguns amigos dele quando tinha a nossa idade, mas era com revista, pois ainda não havia vídeo nem DVD. No fim, ele saiu e disse para continuarmos a nos divertir com o filme... e brincou que qualquer dia ele ia participar com a gente, lembrando o seu tempo de jovem. Acabamos rindo de tudo e voltamos a ver o filme, agora calmos, porque meu pai sabia e tinha deixado.
Cerca de duas semanas depois, eu estava saindo da escola e meu pai estava na porta, esperando-me no carro. Fui em sua direção e ele perguntou pelo meu amigo, que logo apareceu. Meu pai o chamou e disse que tinha uma surpresa para nós. Entramos no carro e fomos para casa. A surpresa era um filme pornô que ele havia comprado para nós e que o dono da loja dissera ser um dos melhores. Fomos para o meu quarto e colocamos o filme.
Meu pai foi logo tirando a roupa e ficou só de cueca, dizendo para nós ficarmos à vontade, até pelados se quiséssemos, como estávamos naquele dia em que ele nos surpreendeu. Meio sem graça, meu amigo e eu ficamos de cueca também. Começou o filme e era muito bom mesmo. Na hora da transa, meu pai começou a alisar seu pau por cima da cueca. Dava pra ver que estava super duro. Com o rabo do olho, eu olhava para o pau dele, curioso, porque nunca tinha visto meu pai excitado. Meu colega também, a todo instante, olhava disfarçadamente para a rola de meu pai.
Quando a mulher no filme começou a chupar a pica do cara, meu pai ficou doido e falava, arfando, que aquilo era uma delícia, que nada como uma boca quentinha chupando a rola dele... e ficou com tanto tesão que tirou a cueca e ficou batendo punheta na nossa frente.
Comparado aos nossos paus adolescentes, o pau de papai era imenso. Não dava para não olhar. Nunca eu ou meu amigo havíamos visto um pau de adulto ao vivo, ainda mais grande e duro daquele jeito. Meu colega tirou a cueca e começou a bater punheta com vontade; e eu acabei fazendo a mesma coisa. E a gente olhando ora para o filme e ora para o pau do meu pai. Ele percebeu nossas olhadas e perguntou-nos porque olhávamos tanto. Ficamos sem garça, mas meu amigo respondeu que era curiosidade... a primeira vez que víamos um pau daqueles. Pela voz, dava para perceber que meu pai estava super-excitado. Aí ele perguntou se meu amigo não queria ver o pau dele de perto, para matar logo a curiosidade. No filme, a mulher continuava a chupar a rola do cara com vontade e meu pai gemia, dizendo: “Chupa, filha da puta, mostra que você gosta da fruta”.
Acho que foi a tesão do momento, porque meu amigo, que sempre gostou de garotas, chegou perto do meu pai e ficou olhando para o seu pau, enquanto se punhetava com vontade. “pod pegar nele se quiser”, disse meu pai a ele, e olhando para mim, disse: “Pode chegar mais perto para ver, se você está curioso. Aproveita a chance”. Meu colega pegou no pau do meu pai e ficou mexendo nele, dizendo: “Nossa, que grande! Como é duro!” Fiquei olhando aquela cena e batendo punheta ao lado deles. “Pega também!”, disse-me meu amigo. E meu pai falou: “Se quiser, pode segurar também”. Não resisti à tesão e peguei no pau do meu pai. Realmente era muito grande, cheio de veias e estava superduro. Parecia de pedra. Meu pai, sentindo nossas mãos na sua rola e vendo o filme com a mulher chupando o cara, falou para o meu colega: “Você não quer sentir o sabor do meu pau?” Meu amigo nem respondeu. “Vai, aproveita a chance. Põe ele na boca um pouquinho. Ninguém vai ficar sabendo”. Louco de tesão, sem raciocinar que aquele era meu pai e que a gente gostava de garotas, eu fiz sinal ao meu amigo , que olhava para mim, para que colocasse a rola do meu pai na boca. Foi a deixa que ele precisava. Abaixou a cabeça em direção à pica do meu pai e abocanhou com vontade. Meu pai quase urrou de tesão... Meu amigo chupava como se não fosse a primeira vez, ma era.
“É gostoso?”, perguntei eu, arfando e cheio de curiosidade e desejo. Meu amigo falou: “Chupa também. É uma delícia!”. Olhei para o meu pai e ele, alucinado pelo tesão, colocou a mão atrás da minha cabeça e a puxou em direção ao seu pau. Comecei a chupar a pica do meu pai... Que delícia! Nunca havia sentido tanto prazer! Eu segurei o pau dele com a mão e comecei a subir e a descer a minha boca naquele nervo enorme e duro. Meu pai gemia e mandava-me chupar mais e mais.
Meu pai falou que nunca uma mulher o havia chupado tão gostoso como nós. Meu amigo pediu para chupar mais um pouco. E fomos revezando a chupada naquela tora de carne, ora um chupando a rola e o outro as bocas, ora trocando de posição. A respiração do meu pai foi ficando mais forte e rápida, e ele pedindo: “Chupa... chupa... chupa mais... tesão...”. Até que esporrou na nossa cara e na nossa boca com tanta força que voou esperma alto, caindo em nosso cabelo e até em nossas costas. Quando ele acabou de gozar, mandou que nós gozássemos também, enquanto ele se refazia, largado em minha cama. Sem pensarmos muito, eu e meu amigo rolamos para o chão e fizemos um 69 delicioso, que acabou em porra de um na boca do outro. Caímos um para cada lado e ficamos assim um bom tempo, recuperando a respiração e sem saber muito bem o que fazer. Aquilo parecia loucura! Mas só percebíamos essa loucura agora que o tesão tinha passado. Chupar o próprio pai...! Chupar o amigo...! Gozar na boca e beber porra...!
Meu pai levantou-se, já recuperado, mas ainda de pau duro, e nos chamou: “Vamos tomar banho para limpar toda essa porra”. Levantamos e fomos atrás dele. Era a primeira vez em muitos anos que eu tomava banho com meu pai. Só fazíamos isso quando eu era bem pequeno. Meu pai começou a se ensaboar; em seguida, colocou meu amigo debaixo do chuveiro e ensaboou seu corpo, tirando toda a porra, lavando-lhe bem o pau. Fez o mesmo comigo, passando a mão em todas as partes do meu corpo. O pau de papai continuava duro e os nossos haviam endurecido também. Aí papai falou: “Vocês estão com uns corpinhos deliciosos... Olha só essas bundinhas...!” E começou a passar a mão na bunda do meu amigo. “Vê se você gosta disso tanto quanto de chupar uma rola”. Dizendo isso, meu pai começou a esfregar seu pau na bunda do meu vizinho, bem no reguinho dele. Meu amigo começou a gemer e abriu as pernas. “Safado!... Você está querendo é levar pau no cu”. E papai foi esfregando seu pau no cu do meu colega, mais e mais. Eu olhava aquilo e batia punheta, percebendo que logo meu pai ia foder o cu do meu amigo. Papai passou um pouco de condicionador de cabelo no cu do meu amigo e começou a enfiar o dedo, pondo e tirando. Meu amigo encostou-se na parede do box do chuveiro e levantou um pouco mais a bunda, deixando-a bem aberta. “Isso, viadinho, mostra seu cuzinho pro papai aqui!” Meu pai segurou a rola na mão e apontou para o cu do meu amigo; foi enfiando devagar, pondo e tirando para que o cu pudesse se acostumar. Eu me abaixei e fiquei olhando de perto o pau do meu pai comer o cu virgem do meu melhor amigo. Não sei qual de nós três gemíamos mais de tesão. Quando o pau de meu pai entrou tudo, ele segurou meu amigo pela cintura e foi metendo gostoso. Ajoelhado ali do lado, eu via aquela vara de carne sair toda de dentro e entrar de uma vez só... repetidamente.
Meu pau estava duro e todo babado. Eu queira experimentar aquilo também. Criei coragem, fui atrás do meu pai e enfiei a língua em seu cu, igual eu tinha visto num filme. Ele, ao sentir minha língua em seu cu, urrou de prazer e mandou-me continuar. Depois de chupar o cu do meu pai e enfiar a língua dentro, peguei um pouco do condicionador de cabelo e passei em seu cu. Levantei, encaixei meu pau lambuzado na entrada dele e meti de uma vez só. Papai gritou de prazer e começou a se mexer mais rápido ainda, fodendo o cu do meu amigo. Não agüentei muito tempo e gozei dentro do cu de papai. Senti que saiu muita porra do meu pau. Meu pai continuou gemendo e falando muita sacanagem para nós. Bati uma punheta para ele e o fiz gozar logo em seguida.
Terminamos o nosso banho e fomos nos vestir. O engraçado é que, depois que passou tudo isso e estávamos sentados na sala, pintou um clima estranho, meio constrangido. Não tínhamos assunto. Meu amigo levantou-se e foi embora; e eu voltei para a sala, para ver televisão. Apesar de ter adorado a nossa transa, nunca comentamos o assunto entre nós, nem transamos mais. Foi coisa de momento... mas deixou saudade em mim. Assim, de vez em quando, pego-me masturbando-me, lembrando de tudo. Será que eles também?


Senior gold edition




Você sabe definir o cheiro que tem um saco de velho? Eu me arrisco dizendo que tem cheiro de mofo úmido, cheiro de biblioteca mal arejada ou talvez de dinheiro guardado por muito tempo. Pejorativo dizer isso? Não, não é. Pois os apreciadores sabem o quanto é gostoso lamber um saco grisalho, sentir o cheiro de um pinto que já não sobe muito bem. É fato, é a dinâmica da vida em movimento. Este filme vai te levar a essas sensações. O fundo musical melancólico, o coroa com seu saco enorme, o charuto que dá um charme peculiar, o cenario com suas mobílias rústicas e demodè... Tudo isso cutuca as suas lembranças. Para os que curtem ver um coroa se masturbar, este filme ta imperdível.

Gênero: Daddy / Solo
Duração: 13 : 11min
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Hairy assed daddies 2




Ah o amor... Este sentimento perfeito, que transcende tudo e todos, que pode estar em qualquer lugar, qualquer lugar mesmo! Até mesmo dentro de um quartel onde homens aparentemente sisudos querem a todo memento provar para outros e a si próprio sua frieza e masculinidade incondicional. Este sentimento que nasce de onde menos esperamos; de um carinho, de um toque... Este sentimento ímpar que quase sempre vem acompanho pela excitação, desejos e atos voluptuosos.
Soltem-se e fluam em suas imaginações, pois homens de farda é a tara de muitos, ainda mais homens como os deste filme. Aproveitem.



Gênero: Bear / Hunks
Duração: [13:43]
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Guerrilheiros



Você tem visto TV ultimamente? Eu já não agüento mais, me provoca náuseas. Guerrilheiros que matam e seqüestram em nome de uma causa perdida, de um deus que não pregou o terrorismo, de uma ideologia furada... Tá tudo errado. Em tempos de guerra o melhor a se fazer é amar, e muito! Pra quê fazer jogo duro com a vida se e o amanhã é incerto e temos um mundo inteiro de pessoas pra amar? Temos então este filme, com dois ursos árabes que com movimentos suaves e olhares arredios, quase assustados, vão te conquistando pela excitação. Os pêlos tipicamente árabes é um tesão à parte. Motivos de guerra e sedução se completam na harmonia de uma trama ainda mais prazerosa.

Gênero: Bear / Bear
Nota: ♥ ♥ ♥ ♥ (4/5)
Baixiar filme (62Mb)














Mature aussie 1

Ola meus correligionários, vamos para mais uma seção de prazer? O filme de hoje está delicioso, mas eu sou suspeito em elogiar, por isso, façam como São Tomé: vejam para crer. Nele, verão horas de prazerosos momentos passados entre dois deliciosos “Papais Chubolds”, amparados por um recurso de filmagem pessoalmente nota 10.


SEGREDOS DE PAI E FILHO


CAPÍTULO 30

Agüentei e estou aqui de novo.
Hj eu sabia mais ou menos o que me afligia.
Contei ao Dr Jung sobre o amor que sinto pelo meu Menino.
Nunca senti isso antes,por ninguém.
Mas tbm sinto medos e inseguranças em relação a ele.
Ele é jovem, bonito, ainda pode conhecer muitos rapazes e homens maduros.
Tenho medo dele não me querer mais.
Quando o vejo com o César ou com outro homem,me sinto muito inseguro.
Tenho um ciúme doentio do meu filho.

Quando ele me relata suas traições, sinto um misto de ódio e prazer.
Adoro imaginar meu filhote me traindo com outros homens.
Isso me excita.

Mas ao mesmo tempo não quero dividi-lo com mais ninguém.
Quero meu filho só pra mim.
Mas ele não se contenta só comigo.
Está sempre caçando machos por ai.

Sinto-me um nada.
Incapaz de satisfazer os desejos sexuais do meu garotinho.

Mas uma coisa é fato.
Adoro transar de terno e gravata.
E isso eu faço sempre com meu filho.
E é muito bom.

Dr Jung me cumprimentou.
Disse que fiz um ótimo progresso essa semana.

Na próxima sessão, ele fará suas considerações.

Dr Jung fala sobre meu conflito e minhas inseguranças.
Na verdade meus conflitos não são gerados por meu filho nem por ninguém de fora.
São meus e me pertencem.

A insegurança que sinto em relação ao meu filho é um reflexo de meus próprios temores.
Eu sou inseguro e projeto essas inseguranças e medos no meu filho.

Me sinto traído por ele.
Mas era a mesma atitude que eu tinha traindo minhas esposas.
Agora eu estou na posição do traído.
Antes era eu quem traia.

Outro ponto crucial é o conceito de traição.
Meu filho não é meu noivo, nem meu namorado.
è apenas meu filho.
E como filho não me traiu.
Eu não sou o dono dele.
Nem nunca estipulei os limites entre a nossa relação.
Como posso exigir fidelidade?
Se agora eu mesmo renegava esse relacionamento?

Quanto à excitação causada por ser traído.
Dr Jung explicou, que uma parte dentro de mim, não consegue aceitar manter relações sexuais com meu filho.
Quando ele me trai.
Me excito, porque vejo ele como uma putinha no cio, não mais como meu filhinho anjinho.
Por isso me excito,me libero.
A outra parte de mim, acha que tenho o direito de usufruir desse play center que o cuzinho do meu filhão é.
E por isso transamos bem gostoso.

O que eu preciso descobrir dentro de mim.
É que meu filho.
Antes de tudo é um homem.
E eu devo desejá-lo como um homem deseja outro homem.
Não como pai e filho.
E sim como macho e macho.
A maneira que ele deseja os outros homens.
Ele não transa com os outros procurando um pai.
Transa procurando um macho engravatado.
E isso eu sou (alias, sou o melhor).

Puxa.
Como será que o Dr Jung conhece tão bem meu filhote?

Bom, é verdade, que seu passar a enxergar meu filho de igual pra igual, fica mais fácil manter uma relação estável e duradoura.
E é isso que eu desejo.

A próxima sessão será bem mais tarde.
Dr Jung tem um compromisso de tarde.
Só depois das 22h vai me atender.

Tudo bem, eu vou.

No dia combinado, na hora combinada, compareci ao consultório do Dr Jung.

Ele estava bem diferente.

Estava voltando de um congresso.

Sem perder tempo (tempo é dinheiro, e nesse caso são 500 reais por hora, parece até que estão cobrando mais caro de mim porque tenho dinheiro).
Falei sobre o que refleti durante a semana.
Cheguei à conclusão que realmente amo meu filho, como um pai ama seu filho e como um homem ama outro homem.
Decidi investir fundo nessa relação, incestuosa ou homossexual, não importa.
O importante é que eu amo e desejo meu filho.
Quero tentar reconquistá-lo.

Dr Jung apoiou minha decisão.
Disse que todos os pais deveriam amar seus filhos como eu amo meu filhinho.

Estranhamente ficou olhando pra mim, e fazendo uma cara.
Foi se aproximando de mim e me tocando nos ombros.
De repente estava pegando na minha gravata.

Se insinuando pra mim.
Chamou-me de papai.
Perguntou se eu gostaria de ser seu paizão.

Me esquivei dele.
Achei aquela atitude totalmente antiprofissional e antiética.

O dr Jung insistiu e passou a mão no meu pau.
Perguntou se eu não sentia desejo de transar com ele.

Respondi sinceramente que não.
Ele retrucou, dizendo que é jovem, loiro, igual meu filho, só um pouco mais velho.

Disse que eu podia treinar com ele a reconquista do Paulinho.
Me levantei indignado.
Que espécie de terapeuta é esse?
Ameacei processá-lo.

Dr Jung disse que isso tbm fazia parte da terapia.
Tentar me seduzir pra testar se o meu amor pelo meu filho era verdadeiro.
Disse que aplicava essa "técnica" com todos os pacientes.

Não engoli essa história.

Dr Jung disse que eu estava liberado.
Mas que deveria retornar esporadicamente pra fazer uma "manutenção".

Paguei a conta e sai de lá com uma certeza.
Não volto mais

Na saída do consultório, uma surpresa.

Encontro meu filho saindo da outra sala.

O que é que ele está fazendo aqui???

Fiquei a tarde toda pensando no que ia conversar na última sessão com o Dr Freud...

Iríamos falar sobre minha tara por homens engravatados...
Ainda bem que o dr Freud não usa terno e gravata...
Eu não resistiria a essa tentação...

Só de imaginar aquele coroa, com idade pra ser meu avo, de terno e gravata, já fiquei de pau duro...

Mas tudo bem, eu não poderia misturar as coisas...
Ele é meu terapeuta e ponto final (bem que a virgula podia ir no meu cuzinho)...

Bom, cheguei um pouco antes da hora...
Não tinha ninguém no consultório...
Até a recepcionista já tinha ido embora...

Parece que o filho do Dr Freud, o Dr Jung estava em terapia a portas fechadas com um paciente...
Aquela hora...
Esses terapeutas são todos loucos(rsss)...

Bom, como não tinha ninguém, fiquei deitado no divã esperando o Dr Freud chegar do Congresso...

Acabei pegando no sono e tirando um cochilo...

Acordei com um gosto de cigarro na boca...
Era o dr Freud em dando um beijinho...
Que delicia...
Opa...
Será que eu estava sonhando?????

Quando abri os olhos, tive uma surpresa deliciosa...

o dr Freud estava gostosíssimo...
De terno e gravata!!!!

É lógico ele estava voltando de um congresso...
Cheguei a pensar que fosse pra me agradar (que bobo eu)...

Imagina...
Ele é um terapeuta sério...
Setentão...
Grisalho...
Barbudo...
Tesudo...
Gostoso...

Só não gostei do cheiro de cigarro...

Mas ele de terno e gravata...
Era tudo...
E mais um pouco...

Que delicia...

Até me desconcentrei...
Não sabia o que falar...

Dr Freud abriu o paletó e se sentou de frente pra mim, com as pernas abertas...
Pela calça social dava pra perceber o volume do seu pau...
AHHHHHHHHHHH

DR Freud perguntou o que achei dele...
Se ele ficou bem de terno e gravata...

Bem sincero disse que

ele estava maravilhoso...
Charmosão...

Dr Freud riu...
Disse que seu filho tbm achou...
Disse que seu filho tbm tem essa tara por terno e gravata e por isso entende bem minhas fantasias...

Dr Freud explicou que O modelo masculino que eu tive como referencia na infância eram os homens másculos, barbudos, peludos, carecas...
Engravatados...
Esses eram as referencias que eu tive de homem...
Meu avô e meus tios...

Meu desejo era por eles...
E como todos viviam de terno e gravata, acabei transferindo esse sentimento e associando sexo com homens de terno...

Dr Freud se aprofundou...
Disse que inconscientemente buscamos uma figura paterna protetora...
E que um arquétipo de pai protetor é o paizão executivo, gordinho, de barriguinha e gravata...
Todos os comerciais e novelas têm um engravatado assim...
Cria uma identificação com o público...

Foi além...
Contou que o corte do terno, é como uma releitura das armaduras usadas pelos cavaleiros na era Medieval...
Um terno bem cortado, valoriza as curvas masculinas...

Realça a beleza do corpo masculino...
Uma boa embalagem, valoriza o produto...

E o terno e gravata, é melhor embalagem depois do ovo...

Além do mais, a gravata é um símbolo fálico...
Lembra pênis, pelo seu formato...
Por isso muitos homens quando se excitam, ao invés de coçar o saco...
Arrumam o nó de suas gravatas...

E a ponta da gravata?
Aponta pra onde?

Sim,aponta justamente pra área de lazer...

Nossa, quem inventou o terno e gravata pensou em todos os detalhes...
Que Gênio...

O terno e gravata é melhor coisa que já inventaram...

Depois do homem é claro...

Puxa, depois dessa aula de fetiches...
Fiquei super excitado...
Com fome de pica...

O Dr Freud fez 3 coisas...
Coçou o saco...
Passou a mão no pau...
E arrumou o nó da gravata...

Dr Freud me perguntou que tipo de sensações me despertava, vê-lo ali, de terno e gravata...
Se aproximou mais de mim e me tocou...
Me deu um selinho...
Retribui com um beijo de língua...
Naquela

hora, não me importou o gosto de cigarro...
Tava até gostoso...
Uma combinação de cigarro, wisky e perfume...

Dr Freud começou a se esfregar em mim...
Perguntou se ele estava gostoso...
Como os coroas que eu chupo...

Respondi que sim...
Mas que eu não podia chupá-lo porque ele é meu terapeuta...

Dr Freud perguntou se isso era algum empecilho pra mim...
Me ajoelhei e cai de boca...
HUMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM

Que pau gostoso...
Tinha um gosto de pau que não era chupado a pelo menos uma semana...
Estava até criando queijinho...

Dr Freud disse que uma das especialidades dele era essa...
Uma terapia que libertava os pacientes de suas amarras, soltando suas pregas, uma a uma...

Adorei...
Me coloquei de 4 pra poder experimentar essa terapia...
Em cima do divã, dr Freud me penetrou bem gostoso...
Hummmmmmmmmmmmmmmm

Como eu estava sentindo falta de uma pica no meu cuzinho...
Pau é bom demais.........

Hummmmmmmmm
É o primeiro barbudo que eu chupo e dou...
HUMMMMMMMMMMMMM

Que delicia...
E com 75 anos, esse homem trepa como se tivesse 20...
E que pau duro...
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

Eu não imaginava que essa terapia fosse tão boa...
Queria ter descoberto essa terapia aos 18 anos...
Seria muito mais feliz hj...
ummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Deitei no chão e o Dr Freud engatou a segunda marcha...
Ficou bombando meu cuzinho...
OOOOOOOOOOOOOOO

Virei de frente e sentei nele...
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Entrou tudo de uma vez...

Dr Freud arrumava o nó da gravata e metia cada vez,mais gostoso...
UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU

Essa terapia é boa demais...
Todo brasileiro deveria fazer terapia uma vez por semana...

OOOOOOOOOOOOOOOOO

Fiquei de frango assado em cima da mesa do Dr Freud...
Ele metia e tirava...
Metia e tirava...
Me punhetou até eu gozar...

Tirou o pau da minha bunda...
Tirou a camisinha e me mandou chupar de novo...

Ficava o tempo todo alisando a gravata enquanto eu chupava seu pau...
Me chamou de filhinho do papai...
Perguntou se eu

queria ser seu filhinho...
-Simmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Perguntou se o filhinho gostava de leitinho...
_simmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Perguntou se o filhinho ia engolir tudo...
_nãooooooooooooooooooooooo

Ficou bravo, disse que seu filho engolia sempre...
Confessou que sempre transa com seu filho no consultório...
Disse que a profissão os uniu...
E que ninguém os separará...

Achei lindo aquilo...
Lembrei do meu pai...
Dr Freud pediu pra eu mamar como se fosse o pau do meu pai...

GHummmmmmmmmmm
Mamei com mais vontade...
Dr Freud disse que ia gozar...
ME disse, te amo filho...
E gozou tudo na minha boca...
Cuspi no cesto de lixo...
Dr Freud perguntou porque não engoli...

Respondi que só como a porra do meu PAI ...

Dr Freud diz que seu filho faz o mesmo...
Me deu alta...
Mas disse pra eu voltar de vez em quando pra fazer uma "manutenção"...
Se depender de mim...
Volto uma vez por semana...
Dr Freud se despediu de mim com outro beijo sabor cigarro...
Quando estávamos saindo da sala...
Quem eu vejo saindo da sala da frente...

Meu pai!!!!

Mas o que ele estava fazendo lá?????????
Fiquei constrangido em encontrar meu pai ali...
No consultório do psiquiatra...

Fiquei sem palavras...
DR Freud e Dr Jung sorriam um pro outro...
Aquele sorriso maroto de segredinho entre pai e filho...

Meu pai me ofereceu uma carona, disse que estava indo pra casa...
Sorri e me despedi dos doutores...

Estava um friozinho...
Papai tirou o paletó e me cobriu (com o paletó não com o pinto)...
Fiquei feliz em poder sentar ao lado dele de novo...
Resolvemos falar ao mesmo tempo...
Foi engraçado...

Meu pai, disse que estava cansado de me pedir desculpas...
Eu disse que não pedisse mais...
Porque sempre eu iria perdoá-lo...
Papai sorriu, parou o carro e me deu um beijo de língua...
Ficamos quase uns 10 minutos nos beijando...
Paramos só pra respirar...
Papai perguntou se eu o aceitava de volta...
Respondi puxando ele pela gravata e lascando outro beijo...

Papai disse que agora, queria ter outro relacionamento comigo...
Não mais pai e filho...
Ele queria ser meu homem...

Disse que pra ser meu homem precisa apagar meu fogo todas as noites...
Me deu outro beijo...

Comentou que minha boca estava com gosto de cigarro...
Abaixei as calças e disse que meu cuzinho tbm...
Com gosto de cigarro e arranhado por uma barba branca...

Papai parou uns minutinhos e ficou calado...

Depois sorriu e disse:
_Não sabia que o papai Noel fumava...

Rssssssss

Voltamos pra casa...
Como pai e filho...
E como homem e homem...

Vamos tentar de novo...
E de novo...
E de novo...

Pode acontecer de tudo nessa vida...

Mas uma coisa não vai mudar...
Hj e pra sempre...
Ele é o MEU PAI ...

CONTINUA...
GALERIA DE 3ª FEIRA